Seguros Gerais

Mais cauteloso consumidor brasileiro vê consórcio como oportunidade de investimento

 

Com parcelas acessíveis, modalidades permitem planejamento financeiro e investimentos como aplicação em poupança, previdência privada e aquisição de imóveis

Apontado como meio mais vantajoso para aquisição de bens, o consórcio tem ficado cada vez mais em evidência como oportunidade de investimento. Segundo levantamento da ABAC (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio), em 2014, 62% dos clientes de consórcio com idade entre 35 e 45 anos fazem aquisição das cotas prevendo uma renda futura.

“O consórcio pode ser utilizado para aquisição de bens que gerem renda para a aposentadoria. Nesse sentido, tratar o consórcio como uma alternativa de previdência privada é uma oportunidade de investimento que está se destacando à medida que a educação financeira e planejamento familiar se tornam uma realidade crescente na vida dos brasileiros”, afirma César Augusto, Gerente Comercial da Realiza.

De acordo com o executivo, o consórcio é apontado por especialistas como meio mais vantajoso para aquisição de bens em virtude da pouca burocracia, ausência de juros e, por isso, parcelas mais acessíveis. Nesse sentido, de acordo com ele, apostar na modalidade como meio de investimento é ideal para quem visa uma reserva futura.

“Ao realizar uma reserva mensal em uma previdência privada, por exemplo, o individuo poderá, após o prazo estabelecido, receber a reserva mais a rentabilidade como uma aposentadoria mensal. No caso do consórcio, o consorciado poderá fazer a reserva mensal e antecipar a contemplação através de lance e, se realizar a compra de um imóvel, por exemplo, ele poderá ganhar rendimentos a partir de um aluguel garantindo assim um tipo de aposentadoria”, indica César.

Da mesma forma acontece com a modalidade como opção de poupança. Com pagamentos mensais e reserva programada, o indivíduo consegue ter a segurança de um meio em que não poderá gastar o dinheiro poupado para outros fins senão aquele pré-estabelecido inicialmente; seja aquisição ou reforma de um imóvel, compra de carro ou moto, entre outros.

“O brasileiro está, hoje, mais preocupado com sua educação financeira e estabilidade econômica. Por isso, tem visto no consórcio um meio mais eficaz de poupar e realizar investimentos de qualquer natureza. Entre os perfis que mais vemos estão o de indivíduos entre 35 e 45 anos, das classes B e C, que vislumbram uma garantia de reserva para aquisição de bens ou aposentadoria”, finaliza o executivo.

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