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Risco empresarial será destaque no mercado

 

Fonte DCI
Por Isabela Bolzani

Com o maior consumo, seguradoras investem em ferramentas digitais para melhorar a oferta de apólices de D&O e Cyber Risks. Incertezas políticas, porém, ainda atrasam a demanda no setor

Com melhora do consumo e da economia, seguros voltados para riscos empresariais são apostas nas seguradoras, com produtos de Responsabilidade Civil e Cyber Risk, além de apólices customizáveis. Porém, a incerteza política atrasa a recuperação do setor.

Acompanhando o desempenho econômico do País e a recuperação gradativa da demanda de pessoas jurídicas, seguradoras focam em produtos específicos para elevar sua receita ao longo de 2018. “A procura pelos produtos de seguros melhora em todos os segmentos e nas mais varias regiões e portes das companhias”, comenta o presidente da Chubb Brasil, Antonio Trindade.

Para ele, as coberturas de cyber risks, de responsabilidade civil e as apólices voltadas para pequenas e médias empresas começam a ter força entre seguradoras. “Companhias de todos os tamanhos têm procurado o seguro de riscos cibernéticos, incluindo as de menor porte que começam a adotar medidas para se defender dos criminosos que não conseguem mais enfrentar as grandes organizações”, explica.

O mesmo se aplica às coberturas de responsabilidade civil. Para o diretor executivo da Tailor Insurance, Antoine Maleh, a recessão trouxe maior consciência entre as empresas para a “necessidade de se precaverem e de se protegerem”.

“Como esse produto vem contra danos involuntários causados pelo próprio executivo ou por terceiros aos produtos ou à empresa, vemos um forte movimento para essa apólice”, comenta o executivo. “Além disso, as últimas mudanças da Susep também contribuíram especificamente com o D&O”, afirma Trindade.

Os executivos acrescentam que os produtos customizáveis para as pequenas e médias empresas também devem experimentador uma “expressiva expansão” ao longo deste ano.

Ambiente incerto

As incertezas políticas e macroeconômicas que ainda existem no País, porém, ainda atrasam a retomada mais forte projetada pelo mercado. Segundo os últimos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), por exemplo, em fevereiro os prêmios de seguros do D&O caíram 8,7% em relação ao mesmo mês de 2017, de R$ 26,15 milhões para R$ 23,86 milhões.

“Infelizmente, o cenário está diretamente ligado à contratação de seguro empresarial onde as companhias, com pouca melhoria efetiva, deixam de contratar coberturas específicas. Mas a expectativa é positiva, já que apenas uma minoria opta por não contratar o seguro”, conclui Antonie Maleh.

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