Redação

CVG-SP e RGA mostram resultado de pesquisa sobre seguro de vida em grupo

 

Por Tany Souza

Com a participação de 20 empresas, o CVG-SP e a RGA realizaram uma pesquisa de mercado, durante o mês de março, sobre o futuro do seguro de vida em grupo canal empregado-empregador. Os resultados foram expostos durante o evento promovido pela entidade ontem, 24, com a participação de executivos da resseguradora e representantes do mercado segurador. Além disso, também foi assinada uma parceria com a FECAP.

“A pesquisa foi desenhada para ser intuitiva, sem necessidade de buscar dados, com pontos de vista pessoal e os clientes foram muito honestos. A primeira boa notícia é que o crescimento projetado para o mercado de vida em grupo e carteiras, segundo o mercado, ficará entre 6% a 10% nos próximos três anos”, comentou o CEO da RGA no Brasil, Ronald Poon-Affat.

Além do crescimento do mercado, o CEO também expôs sobre os canais de distribuição mais estratégicos, o desenvolvimento das coberturas, a lucratividade do setor, algumas considerações técnicas sobre fatores de precificação e subscrição, estratégias para enfrentar os desafios e os efeitos disruptivos das insurtechs. “Sobre os canais de distribuição, o mais estratégico é corretoras independentes. Isso mostra que os ostros três canais, como corretoras maiores, os bancários e os corretores que visitam companhias, são as oportunidades para o desenvolvimento deste ramo”.

Outro ponto levantado foi sobre o benefício que agregaria valor, e a resposta mais frequente foi assistência. “95% dos respondentes enxergam valor nas assistências. A oportunidade amplia a oferta de produto em seguro de vida”. Além disso, Ronaldo falou sobre a lucratividade, que na pesquisa foi dividia em quatro categorias. “A PME, com menos de 50 segurados, aparece com a lucratividade acima das metas internas”, completa ele.

Segundo Ronaldo, muitas pessoas esquecem que a precificação deve considerar cinco pontos que são a existência de sinistro com credibilidade, sinistralidade do corretor, idade média, porcentagem de inativos e existência de seguros. “Esse cinco são básicos, mas apenas três empresas pesquisadas estão fazendo isso, ou seja, há espaço para que o modelo de precificação seja mais justo”.

No evento também foi comemorado os 37 anos do Clube Vida em Grupo de São Paulo. “Agradeço a todos que fizeram parte da fundação e história do CVG-SP”, afirmou Silas Kasahaya, presidente da instituição. Além disso, o CVG-SP anunciou a FECAP (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado) como nova parceira educacional e que, a partir de agora, todos os cursos presenciais do Clube serão realizados nas dependências da faculdade, principalmente no Campus da Liberdade.

O CVG SP promoveu um evento hoje para apresentar o resultado de uma pesquisa sobre o futuro do seguro de vida.O presidente do CVG SP, Silas Kasahaya, comenta sobre o projeto.

Posted by Revista Cobertura on Thursday, May 24, 2018

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