Responsabilidade Social

Dia Mundial sem Tabaco e o alerta para os possíveis danos do cigarro à saúde

 

Especialista da SulAmérica alerta para relação entre tabagismo e ansiedade

Evidências científicas sobre tabagismo mostram que, em vez de acalmar as pessoas, o hábito de fumar pode provocar, na realidade, mais tensão e esgotamento. O tabagismo eleva em 70% a propensão ao estresse, à depressão e à ansiedade, de acordo com um estudo da University College London e da British Heart Foundation de 2015. O motivo: a nicotina se liga a receptores cerebrais relacionados à dopamina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar que, por sua vez, passa a ser liberado no organismo. Quando o efeito acaba, ele é substituído pela ansiedade, e isso aumenta o desejo de fumar o próximo cigarro a fim de repetir a boa sensação, levando ao vício.

“Cerca de 50 doenças estão relacionadas ao tabaco. Câncer, bronquite, enfisema e osteoporose são algumas delas. A combinação de estresse e nicotina também aumenta o risco de doenças cardiovasculares, principal causa de morte em todo o mundo”, diz a superintendente Técnica Médica e
Gestão de Saúde Populacional da SulAmérica, Raquel Imbassahy. “A nicotina é um potente vasoconstritor que pode estimular a produção de novas placas nas artérias do coração e piorar a aterosclerose, que é o acúmulo de gordura nas paredes das artérias, prejudicando o fluxo sanguíneo e, com isso, aumentando o risco de infarto”, explica.

O médico deve atuar no processo de abandono do cigarro e, para aumentar as chances de sucesso do tratamento, é recomendável contar também com acompanhamento psicológico e de uma equipe multidisciplinar composta por enfermeiros, pneumologista, cardiologista, entre outros especialistas. “O maior desafio para abandonar o hábito é o fumante reconhecer o tabagismo como uma doença. Além disso, a falta de acesso à forma adequada de tratamento faz com que ele recorra aos medicamentos por conta própria sem a devida assistência”, pontua a especialista.

O papel da família e dos amigos para uma vida sem tabaco é fundamental. Não fumar perto da pessoa e acolhê-la em momentos de abstinência são iniciativas que corroboram para o bem-estar de quem está em tratamento. Além disso, evitar chamá-la para encontros sociais até ter certeza de que ela se sentirá confortável em um ambiente tentador para o vício também ajuda.

Cenário

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabaco mata mais de 7 milhões de pessoas no mundo todos os anos, das quais 900 mil são fumantes passivos, ou seja, pessoas que apenas inalam a fumaça em ambientes fechados. Já no Brasil, embora o número de fumantes tenha caído 36% de 2006 a 2017, segundo o Ministério da Saúde, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) afirma que 428 pessoas morrem por dia no País por causa do tabagismo.

Tome nota

O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, foi criado em 1987 pela Organização Mundial da Saúde com o objetivo de alertar a população para os perigos do tabagismo para a saúde. Segundo oncologistas, o tabagismo está na origem de 90% dos casos de câncer de pulmão, além de estar relacionado com outros tipos de cânceres. No entanto, parar de fumar pode diminuir a progressão da doença. No caso do câncer de pulmão, após 10 anos sem fumar, o paciente diminui em 50% o risco de desenvolvimento do tumor.

A SulAmérica disponibiliza conteúdos sobre este e outros temas por meio do site do programa Saúde Ativa (www.sulamericasaudeativa.com.br), que tem o objetivo de incentivar a adoção de hábitos de vida mais saudáveis, prevenindo doenças e proporcionando uma melhor qualidade de vida.

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