Seguros Gerais

Escritórios de advocacia devem aumentar a busca por seguros para proteção de seu negócio, afirma LTSeg

 

É cada vez maior o número de escritórios que procuram a contratação de seguro de responsabilidade civil para a proteção das suas atividades e dos seus sócios diante de eventual prejuízo financeiro causado aos seus clientes ou terceiros. Atualmente os escritórios vem assumindo cada vez mais contratos de risco por conta do momento delicado econômico e político que vive o Brasil e estes fatores devem influenciar o aumento na procura por este produto no segundo semestre.

“O exercício da atividade jurídica, seja ela contenciosa ou consultiva, possui riscos consideráveis que lhe são inerentes e cujos efeitos atingem, direta ou indiretamente, os seus sócios. Profissionais encarregados de tomar decisões estratégicas são por exemplo, responsáveis pelos seus atos e pelos danos causados em consequência das suas decisões”, explica Bruna Timbó, diretora executiva da LTSeg.

O seguro de Responsabilidade Civil Profissional é justamente uma das formas de mitigação de riscos, pois transfere ao mercado segurador o risco financeiro do escritório frente aos seus clientes com relação aos prejuízos causados por falhas profissionais relacionadas, por exemplo, a perdas de prazo, falta de preparo de recursos, falha de correspondentes e subcontratados, prejuízos cibernéticos, direitos autorais, dentre outros. O seguro pode ser utilizado ainda para remediar determinada situação, pois garante ao escritório ou profissional segurado uma verba para despesas de publicidade, ou seja, para que se contrate profissionais para contornar determinada situação reputacional.

“É preciso que os escritórios de advocacia dirijam a sua atenção à necessidade de contratação de seguros para a proteção não somente do seu patrimônio físico, mas também do seu patrimônio intelectual e contra os danos que podem causar a terceiros. Estes prejuízos são, muitas vezes, irrecuperáveis a depender do tipo de demanda tratada e podem ter consequências gravíssimas e, às vezes, inviabilizar a continuidade do próprio negócio”, afirma Bruna.

Ser um gestor de um escritório de advocacia requer um olhar apurado sobre a sua operação, processos de checagem interno, equipe e sobre seus clientes, mas não apenas isso, requer especial atenção sobre os riscos inerentes ao negócio e sobre os processos de minimização das perdas para a garantia da proteção patrimonial e continuidade do negócio. Não é apenas impedir que as falhas ocorram, mas estar preparado para o seu contingenciamento.

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