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Regra mais flexível requer gestão analítica cuidadosa

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17/09/2012 - JORNAL DO COMMERCIO - RJ

Ao comentar o novo regulamento de combate à lavagem de dinheiro, mais maleável, baixado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) em julho e que passa a valer a partir de outubro, o executivo da SAS Brasil Ricardo Stocco Saponara, especialista em prevenção e combate a fraudes em seguradoras, concorda que a autarquia afrouxou a regra, com a intenção de melhorar o processo.

Com isso, as empresas supervisionadas pelo órgão estão obrigadas e monitorar e reportar operações suspeitas de lavagem de dinheiro com valor acima de R$ 10 mil. Antes, a faixa era de R$ 2 mil. “A estratégia sem dúvida fará com que a quantidade de falso-positivos seja diminuída, mas não tornará o processo eficaz, deixando a seguradora exposta a um risco futuro de não ter a habilidade de detectar algum caso de lavagem de dinheiro abaixo daquele valor”, afirma Ricardo Saponara.

O executivo ressalta ainda que o não cumprimento da norma ou incidentes não detectados, tratados e reportados geram pesadas multas. Com a nova regulamentação, ele adianta que o valor da penalidade pode chegar a R$ 2 milhões. “Além da perda financeira, há o impacto negativo na marca”, alerta.

Soluções

Para aprimorar o processo, Saponara sugere uma abordagem analítica inteligente, que permite automatizar as operações e gerenciar as exceções caso a caso. Este é um dos nós que a SAS ajuda a desfazer, sendo especialista em oferecer soluções de inteligência analítica. Ricardo Saponara adianta que a empresa tem produtos e serviços específicos para a prevenção da lavagem de dinheiro, que incluem análise estatística, o que eleva o nível de identificação de possíveis operações suspeitas. A tecnologia disponível, segundo ele, apoia os processo de due-diligence e gera notas de risco automáticas para cada novo cliente analisado ou para a base de clientes existente.

“Uma solução como o SAS AML (antilavagem de dinheiro) permite agir sempre que uma operação de risco é detectada”, cita o executivo. Além de considerar perfis e comportamentos de clientes, canais e produtos nas análises, ele explica que a suíte permite agregar a metodologia de análises das cadeias de relacionamento, oferecendo uma visão abrangente de como e com quem cada cliente interage, permitindo a empresa investigar, identificar e agir ao perceber a formação de quadrilhas e/ou categorias mais organizadas de crime. “Todo esse processo acontece a partir de um único suspeito, analisando sua rede de relacionamento”, conta Ricardo Saponara.
 

 
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