Revista da Aconseg-SP

É hora de estar protegido

 

No cenário atual, o corretor faz toda a diferença junto aos seus clientes

Nós estamos vivendo uma pandemia sem precedentes na nossa história e o que faz a diferença é as pessoas sentirem que não estão sozinhas. É a hora de você, corretor, se aproximar dos seus clientes, e dar o apoio que eles mais precisam. “Em cenário tão adverso quanto o atual, o corretor é um elemento chave para abrir portas e apresentar o seguro àqueles que desconhecem a gama de produtos existentes”, afirma Márcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Ele complementa que cabe também aos corretores, em momento de vulnerabilidades, identificar o que pode ser aperfeiçoado nas coberturas dos seus clientes, propondo endossos ou compra de coberturas facultativas, a fim de ampliar a resiliência dos segurados. “Sua expertise é fundamental”, diz.

Para Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP, é hora do corretor estar o mais próximo possível da sociedade. “Cumprindo com seu papel como agente do bem-estar social, como sempre fez, a primeira forma do corretor exercer essa proximidade é continuar a atender os seus clientes nas suas necessidades, seus anseios, levar a melhor orientação possível a seus clientes. E isso o corretor tem feito perfeitamente, com excelência”.

Camillo comenta que muitas são as necessidades do cliente neste momento, ou por estarem em casa com assistências que as apólices de residência trazem, ou mesmo consultas sobre atendimento no seguro saúde e seguro de vida, relacionadas não somente à cobertura de vida ou ao risco propriamente dito, mas coberturas por diária de internação hospitalar.

“O corretor tem que se preparar, saber como as seguradoras estão se comportando diante disso, especialmente aquela seguradora que ele ofereceu ao cliente, que ele vendeu um produto daquela seguradora, para dar a correta e efetiva resposta para o cliente, para tirar dúvidas e ele poder ter neste momento o melhor do seguro contratado”, orienta.

Na visão de Coriolano, o segurado tende a perceber que ter a proteção de uma seguradora pode fazer a diferença em um cenário de enormes dificuldades como esse que estamos vivendo. “Precisamos evidenciar para toda a sociedade que, neste momento, as seguradoras adotaram todas as providências para que, mesmo em contingência de preservação da saúde de seus colaboradores, possam continuar a prestar o melhor serviço possível aos seus clientes”.

Proximidade

Coriolano lembra que seguradoras e corretores formam uma aliança estratégica todo o tempo. “O segurado depende de seu corretor para a escolha assertiva e adequada de proteção. Do corretor, depende boa parte a jornada positiva do consumidor de seguros”.

Camillo diz que esse momento de susto faz com que as pessoas olhem para tudo aquilo que possa minimizar, mitigar suas perdas ou oferecer um certo conforto, uma certa tranquilidade para elas. “Não há instrumento melhor enquanto reparador de perdas do que o seguro, e nesses momentos a sociedade identifica isso pela predisposição das seguradoras em atender e pela atuação dos corretores de seguros em estarem próximos e preparados para atender os clientes”.

Sobre mudanças na forma de atuação do mercado após pandemia, Coriolano avalia que ainda é muito cedo para afirmar se o contexto atual mudará a forma de atuação das seguradoras, das assessorias e dos corretores. “É muito cedo para realizar uma avaliação assertiva sobre mudanças na forma de atuação da cadeia de produção do setor segurador no país”, valida.

“Não acredito que mude a forma do aspecto de atenção ao cliente, isso talvez mude para a melhor, redobre mais ainda a atenção ao cliente”, analisa Camillo, acrescentando que operacionalmente houve uma mudança porque as seguradoras e corretoras estão em home office. “Mas a gente tem percebido que mesmo assim estamos próximos ao cliente, estamos atendendo, as coisas estão caminhando relativamente bem na questão do atendimento ao cliente”, completa.

O que, conforme as suas palavras, “também dá um olhar para o futuro de como serão feitos os relacionamentos, como serão as operações futuras. Mas corretores e seguradoras que têm preparo tecnológico, para atendimento remoto, a distância dos clientes, estão muito bem preparados e esse momento só vai trazer melhoras e avanços para esse mundo novo que se avista, quando essa crise passar”, finaliza.

A relevância do corretor

Em entrevista a Paulo Alexandre, no Panorama do Seguro, Rivaldo Leite, presidente do SindsegSP, deixou uma mensagem de otimismo. “Estamos vivendo um momento de turbulência, mas a médio e longo prazos estou muito confiante no mercado como um todo, no país e principalmente no nosso segmento de seguros. Cada ano que passa ele cresce acima do PIB, não consigo enxergar algum motivo que mude esta rota”.

Leite também falou sobre a relevância dos corretores de seguro. “O corretor é essencial para o desenvolvimento da cultura do seguro e para o bem-estar social. Ele sempre será o intermediário que faz a ponte entre a seguradora e o cliente. A função do corretor de seguros perante a sociedade, o respeito que ele adquiriu durante todos esses anos, para mim é imprescindível”.

Segundo o executivo, os corretores contribuem muito para o crescimento deste mercado e, cada vez mais, estão ofertando e comercializando outros produtos. “A carteira de vida ultrapassou o segmento de automóvel, nós temos uma grande expectativa também com a previdência privada e as pessoas começam a ser preocupar cada vez mais com o seu patrimônio. Isto também está comprovado em momentos de crise, estou bem confiante no mercado de seguros não só neste ano, mas também nos próximos anos”.

Conteúdo da edição número 49 (janeiro/fevereiro/março/abril de 2020) da Revista da Aconseg-SP

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