Cobertura Especial

Operadoras evoluíram com a adoção da telemedicina e interação digital, segundo presidente da Fenasaúde

 

Entidade irá estudar o efeito da diminuição das liminares para a realização de procedimentos de urgência

Por Carol Rodrigues

A telemedicina, o trabalho home office e as soluções digitais de interação entre o beneficiário e as respectivas redes de atendimento são os grandes destaques do período de pandemia, de acordo com João Alceu Amoroso Lima, presidente da Fenasaúde e vice-presidente do Grupo NotreDame Intermédica.

Durante o webinar realizado ontem, 13 de maio, pela CNseg com o tema “Produtos de Seguros pós-covid-19: adaptação ou revolução?, ele destacou que o produto seguro saúde não sofrerá muitas mudanças no cenário pós-covid-19 e a evolução das seguradoras e operadoras. “Muitas evoluíram anos em poucos meses, no que diz respeito à adoção da telemedicina e interação digital com os beneficiários e redes de prestadores”.

Segundo ele, quando passar a pandemia, a Fenasaúde fará um estudo detalhado sobre a redução de liminares para a realização de procedimentos de urgência, com a alegação médica de que o paciente corre risco de vida se o procedimento não for feito. “Será que o isolamento social reduziu os casos de riscos de vida, das sempre numerosas liminares? Ou será que boa parte das alegações era só uma forma de pressionar o poder judiciário a conceder as liminares?”.

“A chapa está quente na saúde suplementar”

O setor de saúde privado está ao lado do setor público no combate ao coronavírus e constantemente surgem especulações sobre a incidência do público sobre as empresas privadas. Umas delas é a Gestão unificada de leitos, que consiste em o SUS assumir a alocação dos leitos públicos e privados.

“Somos fortemente contra essa medida porque ela vai desorganizar o sistema privado, que apesar de todos os desafios, vem funcionando muito bem. Apesar de constitucionalmente legal, nunca houve preparação do poder público para uma pandemia. Não parece haver um sistema de gestão, nem gestores preparados no poder público para conduzir um processo eventual de fila única de forma eficiente”, posicionou.

A desorganização também pode vir do confisco dos leitos autorizados pelo poder judiciário. O presidente da Fenseg chama a atenção para o fato de hoje existirem casos eventuais, mas a previsão é de aumento, na medida em que se aproxima do pico.

Quanto à utilização de parte das reservas técnicas, a Fenasaúde é favorável, desde que o saque seja baseado em critérios técnicos e não vinculados a perdão e inadimplência.

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