Cobertura Especial

Rio Grande do Sul, um mercado pulsante e com muitas oportunidades

 

“Não será uma retomada fácil, a queda do PIB já foi anunciada, mas teremos oportunidades”, comentou Guilherme Bini, presidente do Sindseg-RS

Assim como no Estado de Santa Catarina, onde a arrecadação de prêmios no primeiro trimestre cresceu em 8,4%, no Rio Grande do Sul a arrecadação também aumentou em 15,5%, em relação a igual período de 2019. “O Rio Grande do Sul tem um market share de 7% no mercado segurador e os destaques do primeiro trimestre foram para as carteiras de seguro rural, com expansão de 31%, e seguros de pessoas, com um crescimento de 18,5%”, especificou Guilherme Bini, presidente do Sindseg-RS, durante o Webinar “Os Mercados Regionais na covid-19: A Visão dos Presidentes dos Sindicatos das Seguradoras do RJ/ES; PR/MS; SC e RS na covid-19”, promovido pela CNseg.

Na carteira rural, Bini disse que ainda há muito a expandir. Para exemplificar, ele citou que na última estiagem no Estado a quebra de safra foi de 45%. “Os prejuízos estão na casa dos R$ 15 bilhões e as indenizações chegam a R$ 1,9 bilhão, o que significa uma lacuna de prejuízos não amparada por nenhum tipo de seguro. Isso impactará os produtores nos próximos três anos. Precisamos muito do trabalho do corretor e já há seguradoras entrantes nesse mercado”.

Ele destacou também a carteira de pessoas e contou que o sindicato realizou uma pesquisa na qual aumentou em 19% o interesse dos entrevistados em ter um seguro de vida individual, enquanto o interesse pelo seguro Auto ficou estabilizado e até em decréscimo. “Isso mostra que a pandemia fez com que as pessoas passassem a se preocupar em terem um seguro de vida e a compra depende da oferta”.

No educacional, Bini disse que somente no primeiro trimestre, a arrecadação da carteira cresceu 34%, porém a sinistralidade foi de 169%. “Esse resultado é muito em função da questão do emprego e do falecimento do responsável financeiro. Muitas instituições não têm seguro educacional, essa é uma grande oportunidade para os corretores”.

Ele também elogiou as seguradoras. “Estamos mostrando ao mercado que elas não estão retornando à sociedade somente na forma de indenização, muitas estão fazendo doações para o combate ao coronavírus e muitas não deixaram os seus prestadores de serviços de lado, como oficinas, empresas de guincho e de assistências, que tiveram queda de demanda. Algumas estão comprando pacotes de serviços antecipadamente, por exemplo. Não será uma retomada fácil, a queda do PIB já foi anunciada, mas teremos oportunidades”.

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