Cobertura Especial

MAG Live abre o microfone para uma conversa entre corretores

 

Três corretores de regiões diferentes – Manaus, Rio de Janeiro e Bauru – relatam a experiência durante a pandemia e dão dicas para os profissionais
 

Por Carol Rodrigues

A organização das agendas, a abordagem dos corretores aos clientes, o momento de indicação e o que fazer em caso de pedido de cancelamento foram destacados por três corretores formados pela Mongeral Aegon em períodos diferentes durante a MAG Live realizada ontem, 18 de junho.

O corretor Luciano Tane foi o mediador do bate-papo cujo objetivo foi mostrar o quão é importante a profissão de corretor e como é possível seguir com o fechamento de negócios e acompanhamento dos clientes durante o período de pandemia.

Tane é corretor desde 2015 e atua em Bauru (SP), região em que, segundo ele, os gerentes comerciais já voltaram a trabalhar e os corretores já estão no salão de vendas. “Optei por trabalhar remoto e de casa, obedecendo o horário dos clientes”, disse Luciano que se define um profissional antes e outro pós-seguro.

Desde 2007, Giselle Valeta atua como corretora em Manaus (AM) e vê o atual momento como um “cenário fantástico para o corretor de seguros, que precisa assumir o protagonismo na vida das pessoas, das famílias e das empresas”.

Ela chama a atenção para o fato de os clientes já estarem familiarizados com o atendimento remoto. “A maré está alta. Quem tiver disciplina e constância terá sucesso”, ressaltou ao lembrar que a sua responsabilidade pela segurança da família ficou mais aflorada durante a pandemia.

Cliente quer cancelar o seguro?

Tendo em vista o cenário de pandemia e a retração das receitas dos segurados, o corretor pode se ver diante de um pedido de cancelamento, que normalmente também está ligado à diminuição da receita em relação às despesas. Existem várias formas de evitar o cancelamento de uma apólice de seguro, e dependerá dos produtos que o cliente possui.

“Nós que somos especialistas em planejamento financeiro devemos, desde o primeiro contato com o cliente, passar a mensagem de que o seguro é a única ferramenta que vai garantir a manutenção da qualidade de vida do segurado e dos seus dependentes”, reforçou o corretor Thiago del Guerso.

Uma sugestão é o método love card ou carta de amor, em que o corretor pede para o segurado escrever um resumo do motivo pelo qual ele contratou o seguro. “Provavelmente, o cliente vai escrever para quem fez o seguro. O corretor anexa a carta à apólice. Caso haja uma solicitação de cancelamento, o corretor lembra o segurado do motivo pelo qual fez a apólice”, recomendou Thiago, que atua como corretor no Rio de Janeiro (RJ).

Segundo ele, o home office ampliou a quantidade de atendimento, e possibilitou levar mais proteção à população que está mais receptiva. “Será uma realidade a implantação de um sistema de atendimento misto – remoto e presencial – que vai ampliar a possibilidade de angariação de novos clientes”.

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