Auto & Serviços

CESVI explica como deve ser a regulação de sinistro para danos pequenos no automóvel

 

A localização da avaria pode tornar o reparo na oficina complexo. E há danos tão pequenos que nem são percebidos a olho nu… Aspectos que precisam ser considerados pelo inspetor de uma seguradora ou reguladora

 

Na oficina de funilaria e pintura, são considerados pequenos danos aqueles que dispensam grandes intervenções para o reparo no veículo, permitindo um trabalho mais rápido e uma quantidade menor de processos – além de um custo operacional baixo. “Nesses casos, na maioria das vezes, a necessidade do reparo é exclusivamente estética”, afirma Emerson Feliciano, gerente sênior de Pesquisa e Desenvolvimento do CESVI BRASIL. “Um dano pequeno não chega a afetar o funcionamento do veículo.”

 

Pequenos danos tanto podem incluir apenas funilaria leve, sem necessidade de pintura (como no caso do “martelinho de ouro”) ou o contrário: somente preparação e pintura, sem demanda de correção da superfície da chapa por funilaria.

 

Mas e na hora de fazer a regulação desse sinistro? O que os inspetores das companhias de seguros e reguladoras devem levar em consideração? O CESVI explica.

 

No exemplo de danos provocados por uma chuva de granizo, os aspectos que o regulador precisa levar em conta são os seguintes:

INTENSIDADE DOS DANOS

É preciso analisar o tipo de mossa (cavidade ou pequeno amassado) resultante do impacto da chuva de granizo.

 

– Danos de nível leve: são danos mais superficiais, quando a maioria das mossas não ultrapassa 1 cm de diâmetro, sem afetar a pintura e com profundidade rasa. Geralmente essas mossas são de difícil visualização a olho nu. 

 

– Danos de nível médio: danos menos superficiais, cuja mossas ultrapassam 1 cm de diâmetro, com profundidade média, mas ainda sem afetar a pintura.

 

– Danos de nível alto: maiores que 1 cm de diâmetro e de profundidade. Chegam a trincar a pintura da peça afetada, ou sua extensão é tão grande que, quando a chapa é nivelada com a técnica de martelinho de ouro, ela estica demais, exigindo a técnica de encolhimento de chapa – ou até mesmo a pintura da peça para corrigir defeitos oriundos do processo de reparação.

QUANTIDADE E DISTRIBUIÇÃO DOS DANOS

É preciso analisar a quantidade de mossas por peça danificada e também a quantidade de peças atingidas.

LOCALIZAÇÃO DA ÁREA AFETADA

O regulador deve levar em consideração os tipos de áreas danificadas e seus acessos, como tetos, capôs e portas, analisando se os danos ocorrem em regiões que permitem fácil desmontagem de componentes e forrações das peças.

 

Danos em peças de difícil acesso ocorrem em colunas de para-brisa, colunas de porta, soleiras ou até mesmo capôs com chapa dupla e com acessos limitados.

 

TIPO DE PINTURA

Veículos com pinturas foscas tendem a apresentar menos vestígios provenientes do processo de reparo em comparação com outros tipos de pintura.

 

OUTROS ASPECTOS

Também são analisadas a viabilidade, a relação custo-benefício e a qualidade do reparo em peças móveis muito danificadas, de modo a se decidir quanto a uma possível troca da peça.

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