Cobertura Especial

Seguro de vida de acordo com a expectativa de vida regional

 

Se a longevidade proporciona prêmios mais baixo, por que não precificar levando em consideração a expectativa regional?

Por Carol Rodrigues

Nilton Molina, do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon

Segundo dados do IBGE, a expectativa de vida no Brasil é de 76,3 anos. Para mulheres, a longevidade é de 79,9 e aos homens a projeção é de 72,8 anos. Santa Catarina é uma das regiões do país em que a projeção de vida é acima da média. Lá, as mulheres vivem em média 83 anos, enquanto os homens têm 76,4 anos.

“A longevidade apresenta uma série de oportunidades para o nosso negócio. Quando olhamos o mercado de  seguro de vida, temos algumas possibilidades de análises. Pelo ponto de vista do risco de morte prematura, o aumento da expectativa de vida da população, provocará inevitavelmente o barateamento dos prêmios de seguro para essas coberturas”, comenta Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. 

Fernanda Pasquarelli, da Porto Seguro Vida, Previdência e Investimentos. Crédito: Fernando Martinho

Quando pensamos em seguros de vida e as suas possibilidades, levamos em consideração a oportunidade de desenvolver apólices de acordo com a perspectiva de vida da população por região. Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida e Previdência da Porto Seguro, confirma essa possiblidade. Para tanto, diz ser necessário ter como embasamento as estatísticas e os estudos aprofundados para mensurar os riscos, e definir os preços de seguro regionalizados, que permitam diferenciá-los. “Em situações como esta, o comum é comercializar o mesmo produto, diferenciando apenas preços, aplicando descontos e/ou ajustes de preço em função do risco”.

Outro ponto importante sinalizado por Fernanda é que não poderá haver discriminação na comercialização. Neste caso, o embasamento técnico é fundamental para sustentação. “E os órgãos reguladores (Susep/ANS) fazem o papel de fiscalizadores, para garantir que estes sejam utilizados, com responsabilidade técnica por parte da seguradora”. 

Sandro Cespes, da Prudential do Brasil

Já Sandro Cespes, gerente técnico de Produtos da Prudential do Brasil, o desenvolvimento de apólices não é baseado pela perspectiva de vida de uma população por região e, sim, de acordo com o perfil de cada cliente, histórico familiar e necessidades de proteção em cada momento.

“Essas necessidades também se modificam ao longo dos anos e novos ajustes devem ser feitos às suas proteções. A Prudential do Brasil, inclusive, é especializada neste modelo diferenciado de trabalho, realizando as vendas dos seguros de vida baseadas nas necessidades dos segurados”.

Leia mais sobre Longevidade e seguros de vida na edição de julho da Revista Cobertura.

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