Cobertura Especial

Porto Seguro regista o melhor resultado operacional da sua história

 

“Temos que agradecer muito ao canal corretor, pois nessas horas de crise, parece que ele abraça mais ainda a Porto Seguro”, disse Celso Damadi, vice-presidente de Finanças, Controladoria, Investimento e Planejamento

Por Karin Fuchs

Celso Damadi

No segundo trimestre deste ano, o índice combinado da Porto Seguro foi de 83,8%, o melhor de sua história, principalmente pela queda na sinistralidade na carteira de Auto ( – 15,4% quando comparado ao mesmo período de 2019) e da melhora na sinistralidade do Saúde ( – 18,5%, também em comparação a igual período de 2019). Em entrevista ao Portal da Revista Cobertura, Celso Damadi, vice-presidente de Finanças, Controladoria, Investimento e Planejamento da Porto Seguro, comentou os resultados.

“Foi o melhor resultado da história da Porto Seguro e isso se deve a três importantes fatores: um trabalho focado em subscrição e risco há um bom tempo, entregamos resultados muito bons, e já vínhamos ganhando relevância no mercado em Automóvel e no Saúde. Antes mesmo da pandemia, o Saúde já vinha mostrando uma melhora muito boa na sinistralidade e temos vendido muito o PME, o que tem ajudado bastante a nossa carteira”.

Saúde 

O executivo atribui a queda da sinistralidade a procedimento eletivos que não foram realizados durante a pandemia e o receio dos beneficiários em buscarem atendimento médico. “Os procedimentos eletivos são eventos que calculamos atuarialmente o quanto seria e provisionamos. E o Saúde foi beneficiado por muitas pessoas que deixaram de buscar atendimento com medo da pandemia e essa sinistralidade não voltará”.

Outra iniciativa foi ampliar a aceitação. No PME, a Porto Seguro passou a aceitar empresas a partir de três vidas, com algumas regras de subscrição. “Isso alavancou muito as nossas vendas e abriu um leque muito grande de possibilidades para nós”. Além disso, a companhia reduziu a despesa administrativa no Saúde, de 10% para 6,5%.  “Ganhamos uma produtividade e uma competitividade que não tínhamos no Saúde. Hoje, entramos para competir de igual para igual em preço, com qualquer outra”.

No 2T, a companhia cresceu 16,7% em prêmios do Saúde, em relação ao mesmo período de 2019. “Hoje nós temos uma marca forte, qualidade de serviços, um canal forte (corretor) e clientes que gostam da marca e do preço. Estamos crescendo em número de vidas, prêmios e com uma sinistralidade muito boa também, entrando em um nicho que o corretor sempre nos pedia. Não é à toa que crescemos mais de 20% no PME nos últimos dois anos”.

Automóvel 

Nesta carteira, Damadi destaca que a subscrição melhorou muito. “O nosso índice de renovação bateu recorde no último trimestre e na renovação precificamos muito melhor. Os fatores que contribuíram bastante para esse ganho foram a subscrição e aceitação”. Além disso, contribuiu para o resultado da carteira a queda da sinistralidade decorrente do isolamento social, principalmente nas capitais de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Segundo ele, o alto índice de renovação se deve a uma série de fatores, a começar pela parceria com os corretores. “Temos que agradecer muito ao canal corretor, pois nessas horas de crise, parece que ele abraça mais ainda a Porto Seguro. Nós não descontamos a comissão de clientes que cancelaram a apólice. E despendendo da região e dos riscos, a renovação automática teve o mesmo preço do ano anterior e até redução de preços, e em julho ampliamos o prazo de pagamento para até 12 vezes sem juros no cartão da Porto Seguro”.

No primeiro semestre, a companhia chegou à marca de 2,8 milhões de cartões vendidos e está próxima a quase 3 milhões. E gradualmente, está retomando as vendas de apólices para novos veículos. “Em junho, as renovações estavam em um patamar elevado e começamos também a vender para carros novos”.

Mesmo com o aumento de sinistralidade no Vida e no Fiança Locatícia, no balanço pesou mais os efeitos positivos. “Somando os componentes: despesa administrativa, despesa operacional e sinistralidade, o resultado é esse índice combinado de 83,8% no segundo trimestre. Nas despesas administrativas, a Porto Seguro teve uma redução nominal de 6,8%, com um dissídio de 4%. “Uma redução real de mais de 10%, com o efeito sazonal de dissídio, o que mostra que estamos no caminho certo de ganho de produtividade”.

 

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