Vida, Previdência e AP

Seguro de vida é opção para aposentadoria e longevidade mais tranquila

 

Omint aborda como o produto possibilita a proteção financeira para o segurado e seus beneficiários e assegura tranquilidade em casos de diagnóstico de doenças graves e invalidez

São Paulo, 16 de outubro de 2020 – Planejar a vida financeira e constituir reservas de emergência é algo que, embora seja amplamente discutido, nem sempre é colocado em prática. Pesquisa recente realizada pelo DataPoder360 revela que 55% dos entrevistados não teriam R$ 200 disponíveis para uma emergência. Entre as mulheres, 61% disseram que não teriam a quantia. Entre os jovens, 7 a cada 10 de até 24 anos, afirmam não ter o valor. Já aqueles com 60 anos ou mais são os que mais conseguem poupar: 59% teriam a verba.

Ter anteparos para emergências é algo importante em qualquer fase da vida, e é aí que entra o seguro de vida: de acordo com as coberturas definidas em apólice, é um produto que permite amparo financeiro perante imprevistos, protegendo reservas, investimentos e demais conquistas. Isso proporciona tranquilidade tanto à trajetória de acumulação quanto aposentadoria, permitindo desfrutar de uma velhice tranquila. Além disso, independente do patrimônio conquistado, perfil ou classe social, viabiliza os recursos necessários para a sucessão patrimonial, evitando dilapidações do patrimônio e contratempos com inventários.

Proteção do patrimônio em qualquer momento da vida: seja para apoiar o segurado em caso de problemas de saúde ou invalidez ou até para a revenda da apólice à seguradora, caso queira utilizar a reserva financeira em vida, o seguro de vida vitalício é a ferramenta mais adequada. Para isso, junto a um corretor especializado, devem ser definidas as coberturas adequadas e o capital segurado – ou seja, o valor da indenização estipulado pela cobertura no contrato. Dessa forma, ocorrendo um evento coberto, o segurado tem a garantia do anteparo financeiro.

Seguro de vida é livre de impostos: o capital segurado do seguro de vida não está sujeito às dívidas do segurado e nem se considera herança para todos os efeitos de direito, sendo assim, não precisa passar por inventário porque chega diretamente nas mãos dos beneficiários, que são as pessoas que foram designadas a receber o recurso financeiro. Quem recebe o benefício também não deve pagar Imposto de Renda sobre o montante, devendo apenas declarar o valor à Receita Federal.

Saiba mais em: https://www.omint.com.br/seguro-vida/individual/

Comentários

Newsletter



Facebook

Instagram

Twitter

Revista Cobertura's Twitter avatar
Revista Cobertura
@RevCobertura

Inovação - Continental Assessoria abre nova frente de atuação e cria Projeto BackOffice para os corretores de segur… t.co/9jOKBNEkRb

Revista Cobertura's Twitter avatar
Revista Cobertura
@RevCobertura

Gerenciamento de riscos - Evolução tecnológica está diretamente ligada às fraudes: ferramenta é eficaz no combate,… t.co/B2oR6zD5gI

Revista Cobertura's Twitter avatar
Revista Cobertura
@RevCobertura

Destacar constantemente a sua marca é importante para o corretor construir uma imagem de confiança perante os segur… t.co/onAUSiYwSy

To Top