Cobertura Especial

“O seguro de Vida Individual é a bola da vez”, afirmou Molina

 

Universal Life e seguros para pessoas com mais de 70 anos também foram abordados durante bate-papo com a imprensa especializada em seguros

Por Carol Rodrigues

“O seguro de vida individual é a bola da vez por diversas razões”, afirmou Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros, durante a Mesa Redonda do Seguro, bate-papo organizado pelo CQCS com a participação de outros veículos da imprensa especializada, dentre os quais a Revista Cobertura.

Entre as motivações citadas por ele estão a melhora da renda, embora ainda seja baixa, pondera, e o fato de a penetração do seguro de vida na sociedade brasileira ser de apenas 0,6% do PIB. “A pandemia colocou tudo isso no colo das pessoas. O Brasil é um mercado para ter 2,4% do PIB do prêmio de vida, ou seja, quatro vezes mais”.

Junta-se a isso, o reflexo da previdência social. “Cada vez fica mais simples explicar para as pessoas que cada um terá de fazer a sua própria poupança. A sociedade não vai sustentar ninguém em um futuro muito próximo”.

Molina também falou sobre o Universal Life, produto composto por um seguro de vida a termo, sem reserva de caixa, e um VGBL ou PGBL. “Juntar tudo isso num único produto é virtuoso”.

Segundo ele, o produto não seguiu adiante por causa da Receita Federal. “Para o Universal Life se tornar uma realidade é necessária uma revisão de todos os aspectos tributários em cima da contribuição, do resgate e do benefício”.

Com relação à limitação de idade – a maioria das apólices de Vida no mercado brasileiro limita a contratação a 70 anos -, Molina lembrou que a MAG Seguros tem produtos para o público até 85 anos e sinalizou que um dos entraves é a declaração de saúde.

Ele defende que, se as pessoas mais velhas quiserem contratar coberturas, terão de serem submetidas a exames médicos; o mesmo valerá para o jovem que desejar pagar um valor menor. “O preço do seguro e a idade de aceitação estão intimamente ligados à qualidade do underwriting, dos documentos que levam à precificação”, disse, ao lembrar que o mercado caminha neste direção. “Muito devagar, mas estamos andando”.

 

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