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A vantagem do seguro de vida básico para jovens

 

 
Por Patrícia Araújo*

Um jovem de apenas 14 anos já pode hoje ter um seguro de vida básico com cobertura em caso de morte ou invalidez com capital segurado a partir de R$ 1 milhão. Essa modalidade oferece parcelas acessíveis e a possibilidade de pagar metade do valor da apólice para quem é saudável e ainda está começando a vida com muitos anos de trabalho pela frente. Além disso, é possível investir um montante a mais e atrelar esse seguro a uma outra apólice resgatável, em caso de internação, doença grave ou assistência funeral, por exemplo.

A cobertura básica abrange morte acidental ou natural e invalidez total para quem tem entre 14 e 65 anos. O valor da parcela é abaixo de R$ 200 mensais e não sofre reajuste etario. Portanto, a pessoa vai sempre pagar o mesmo valor, tornando-se uma opção mais acessível para quem tem uma renda menor, como os jovens ou um pai de família, por exemplo, que precisa de uma quantidade significativa de capital segurado.

Outro diferencial dessa cobertura básica para a garotada é que ela oferece desconto entre 39% a 49% para quem é saudável. Ou seja, para quem nunca fumou, não tem sobrepeso e histórico familiar sem infarto ou Acidente Vascular Cerebral (AVC) antes dos 59 anos pode conseguir esse desconto de praticamente metade do valor. Essa é a única cobertura do mercado que oferece esse benefício.

Para conseguir esse desconto, é preciso apresentar à seguradora exame atual de sangue e de cotinina (que detecta se a pessoa fumou nos últimos dez anos). Apesar dessa exigência, quanto mais jovem, mais será a chance de o resultado dos exames ser melhor. Além disso, esse desconto é válido por toda vigência da apólice ou toda vigência da cobertura. Ou seja, a pessoa pode começar a fumar ou descobrir um diabetes, por exemplo, após contratar o seguro que não haverá mudanças no valor.

Pelo fato dessa modalidade oferecer uma parcela mensal mais acessível, é possível acoplar uma apólice de R$ 600 mil, por exemplo, de seguro de vida resgatável para cobrir uma internação hospitalar ou doenças graves (câncer, infarto, AVC, entre outras), sem mexer muito no valor da parcela mensal.

Diante dessas opções oferecidas no mercado, hoje, especialmente o jovem pode resguardar o seu futuro de uma forma bem mais acessível. Assim, ele fica mais seguro para investir na sua jornada pessoal e profissional.

 

*Patrícia Araújo é consultora financeira e especialista em gestão de risco e sucessão empresarial.

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