Carreira abrangente no mercado segurador

 

Conteúdo da edição de março (218) da Revista Cobertura

Por Camila Alcova
Atuação diversificada proporcionou experiência como segurador e corretor de seguros a Paulo de Tarso Meinberg

Com 46 anos de experiência no mercado segurador, Paulo de Tarso Meinberg iniciou sua saga no setor na década de 1970, em seu primeiro estágio. Ele cursava Administração de Empresas e buscava por um emprego. Na época, o cunhado era vice-presidente do Banco Nacional e o encaminhou para um estágio na Companhia Nacional de Seguros.

Lá, passou por todos os setores e aprendeu diversas funções como inspeção de riscos, cálculos para seguros de automóvel, incêndio, vida, entre outros. Ele permaneceu na seguradora por quatro anos, tendo alcançado o cargo de gerente de produção da capital de São Paulo e teve a oportunidade de construir um amplo leque de aprendizados entre os ramos de seguros.

O executivo também teve passagem pela então Paulista de Seguros e passou a trabalhar na área de seguro de vida, que era um segmento pouco conhecido por ele até então.

Essa experiência abriu caminhos para ele participar da comissão técnica do segmento de pessoas do Sindseg-SP, de onde surgiu a iniciativa para fundar em São Paulo o Clube Vida em Grupo (CVG), em 1981. “Naquela época, havia o CVG apenas no Rio de Janeiro, então nos reunimos para fazer o CVG de São Paulo”, relembra um dos fundadores do clube. “Adaptamos o estatuto do CVG-RJ para São Paulo e fundamos o Clube”.

Paulo fez parte de diversas diretorias da entidade e, como presidente, figura como o representante que exerceu o cargo por mais tempo. Ele atuou na presidência do Clube em mandatos nas décadas de 1980 e 2000. Atualmente, colabora com as iniciativas da entidade como membro sócio-fundador vitalício e como membro do conselho consultivo.

Aliança com entidades do mercado
Além do CVG-SP, Paulo Meinberg também registra colaboração com entidades como APTS, Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Camaracor-SP), União dos Corretores de Seguros (UCS), entre outras.

Ele orgulha-se de suas contribuições para essa vertente do setor de seguros. “Gosto muito da minha participação nas entidades do mercado e, no momento, vivo uma fase importante, que é a estruturação do Ibracor”, destaca sobre o novo desafio.

Ele entrou no instituto em 2014, na segunda diretoria da entidade, por indicação do Sincor-SP. Atualmente, Paulo Meinberg exerce o cargo de diretor de fiscalização do Ibracor. “Desde o início dos mandatos temos levado ao mercado o que é o Ibracor, a importância do Ibracor”, resume.

O executivo também já lecionou na Escola de Negócios e Seguros (ENS) por alguns anos, e deu aulas no curso técnico de seguros da faculdade Oswaldo Cruz. “E tive a satisfação, quando estava completando 30 anos de formado, de ser convidado para ser professor de Negócios de Seguros da FMU”, recorda.

Mudanças na profissão
Além da Nacional de Seguros, ele teve passagens por seguradoras como a Paulista de Seguros (atual Liberty Seguros), Vera Cruz (hoje Mapfre), NotreDame Seguradora, Santander Seguros, entre outras.

Em 2004, fez uma transição na carreira e passou a trabalhar como corretor de seguros. “Eu já havia trabalhado em várias seguradoras e feito de um pouco de tudo, tinha completado 50 anos. Achei que devia tentar alguma coisa diferente, algo em que eu tivesse mais liberdade, o que foi um pouco de engano”, brinca sobre a rotina de trabalho dos corretores de seguros, que devem sempre estar disponíveis aos segurados, já que o sinistro nāo tem hora para acontecer.

Apesar do foco de sua corretora ser o seguro de vida, a empresa atua em diversos ramos, como automóvel, fiança locatícia e tem estudado sobre seguros de riscos de engenharia, responsabilidade civil e mercado de energia solar.

Paulo reconhece a importância de o profissional comercializar diversas opções de seguros, mas não nega sua predileção pelo segmento de pessoas. “É o meu xodó”, declara ele, que acrescenta que diversificou sua atuação mas sempre manteve o foco no seguro de vida e outras proteções para pessoas.

Bons momentos no mercado
Entre as experiências marcantes de sua trajetória no setor, Paulo menciona o início de suas atividades, fase repleta de descobertas; a carreira construída nas seguradoras pelas quais passou; o trabalho colaborativo para a fundação do CVG-SP; sua participação ativa, por meio de palestras em diversas regiões do País, no período de criação dos produtos de previdência privada, quando trabalhava na então

Vera Cruz; e a oportunidade de trabalhar no Ibracor.
Atualmente, Paulo trabalha de sua casa e aproveita das facilidades que a internet proporciona. “Outro dia, parei o carro na rua para efetivar um seguro. Acionei, liguei o computador e efetivei o seguro”.

Pai de três filhos, este ano se tornou avô pela primeira vez. “Estou em uma fase boa da vida. Gosto de um bom churrasco, futebol, quando era mais jovem jogava Tênis”, elenca.

Outro esporte já praticado por ele, em uma equipe com os filhos, foi Kart Cross. “Foi um período muito gostoso da minha vida”, rememora.

Paulo de Tarso Meinberg gosta bastante de Bossa Nova e diversos estilos musicais, mas atualmente está em uma fase mais roqueira. “Ano passado assisti, com minha namorada, ao show do Paul McCartney, e este ano vamos assistir ao Kiss”, comenta.

Com descendência alemã, Paulo tem se interessado bastante por assuntos de árvore genealógica. “Eu sou a sétima geração aqui no Brasil”, comenta.

Por conta do interesse, ele está lendo atualmente o livro “1824”, de Rodrigo Trespach, que conta a história da chegada dos imigrantes alemães ao Brasil.

O executivo que deu os primeiros passos no setor em uma seguradora, construiu uma atuação diversificada como segurador e, posteriormente, como corretor, não sabe dizer com o que trabalharia, caso não tivesse ingressado no mercado de seguros.

Ele reconhece a importância do setor e enaltece seu papel social. “Me realizei com seguro e me realizo até hoje. A atividade de seguros é muito bonita. É uma geradora de poupança, proteção. Muitas famílias sobrevivem graças à atuação do seguro”.

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