Grupo Caburé: uma verdadeira história de amor ao seguro de vida

 

Conteúdo da edição de março (218) da Revista Cobertura

Por Karin Fuchs

Fundado em 1963 pelos seus pais, Luiz Carlos Piggato da Silva, conhecido como “Caburé”, e Zélia Conceição Mota da Silva, o atual presidente do Grupo Caburé Seguros, José Luiz Mota da Silva, revela, orgulhoso, que muitos dos clientes e parceiros atuais estão com a Caburé desde o começo de sua fundação. Especializado em seguros de pessoas, o Grupo é um dos maiores administradores de apólices de seguro de vida da América Latina. Na presidência há 10 anos, José Luiz conta como tudo começou.

Revista Cobertura | Como iniciou a história do Grupo Caburé? 

José Luiz Mota da Silva | Meus pais fundaram a empresa em 1963. Meu pai, com pouca instrução, começou vendendo seguros de vida de porta em porta. E ele vendia muito, muito mesmo, pois sempre acreditou que estava fazendo o bem para as pessoas. A primeira grande parceria que ele concretizou foi com a Companhia Estadual de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul (CEEE-RS). Apesar da companhia ter sofrido inúmeras mudanças na sua constituição com o passar dos anos, continuam nossos clientes e parceiros até os dias de hoje e isso já faz 56 anos. Que honra e que orgulho!

RC | Outra grande parceria foi com o Banco do Brasil? 

JS | Certamente. As parcerias com entidades do Banco do Brasil já existem há mais de 40 anos e foi o que fez a Caburé, que na época era uma corretora de seguros regional, chegar aos municípios mais longínquos do país para poder atender aos funcionários do Banco, tornando a Caburé uma empresa de amplitude nacional. Assim foi criada uma das maiores redes de corretores de seguros de vida do país.

Hoje são 1.874 corretores produzindo em parceria com o Grupo Caburé por todo o Brasil, onde oferecemos condições comerciais de corretagem diferenciadas do mercado e uma estrutura de back office administrativa completa para a otimização do trabalho e dos resultados dos parceiros.

RC | E quando o senhor começou no Grupo?

JS | Iniciei minhas atividades na Caburé há exatamente 30 anos. Já tinha me formado em Engenharia Civil e a Caburé estava aumentando a sua expansão nacionalmente, por conta da parceria com o Banco do Brasil. Mesmo formado, comecei na Caburé como office boy, pois tanto meu pai como meu irmão, que já tinham larga experiência na área de seguro de vida, entendiam que era importante que eu conhecesse todas as áreas da empresa.

No início, controlava a emissão de apólices e depois a entrega dos créditos de pagamentos para os parceiros, que eram feitos por cheques emitidos pelas seguradoras. Foi assim que fui me relacionando com o corpo administrativo desses parceiros, que eram, na sua grande maioria, entidades de classe, associações e sindicatos.

RC | Qual foi o passo seguinte?
JS | Percebemos que a empresa era uma máquina de vendas, mas tinha pouca gestão, pois as seguradoras faziam essa parte e de forma não muito específica. Então, decidi estudar Administração de Empresas e junto com meu irmão Luiz Alexandre, formado em Direito e minha irmã Adriana, formada em Psicologia, entendemos que a Caburé precisava ter a gestão própria de suas apólices em um ambiente interno e qualificado, podendo, inclusive, estender seus serviços a outras empresas corretoras de seguros. Foi quando criamos o Canal Corretor da Caburé, que hoje oferece possibilidades de parcerias com os corretores.

RC | Qual é o nicho de atuação?
JS | Nós temos uma penetração grande nas classes C e D, pois entendemos que são as pessoas que mais precisam do seguro de vida. Temos um foco grande nesse nicho, que compõe a maior parte da população brasileira, mas também trabalhamos com as classes A e B. Hoje, nós administramos R$ 17,4 bilhões em capitais segurados.

RC | E a origem do nome Caburé?
JS | É o nome de uma coruja do Nordeste, que tem um assobio diferente. Por meu pai assobiar desde pequeno, um dos meus tios deu este apelido a ele. Por ser um nome brasileiro e bem diferente, isso ajudou muito a marca da empresa. Tem sonoridade, simplicidade e originalidade.

Comentários

Newsletter



Facebook

Instagram

Twitter

Revista Cobertura's Twitter avatar
Revista Cobertura
@RevCobertura

“Corretor não vende seguros, ele é um comprador de seguros” e tem um grande papel no combate à fraude - t.co/zq9tkL0uOZ

Revista Cobertura's Twitter avatar
Revista Cobertura
@RevCobertura

AllCare vence Prêmio SMART Customer 2020 - t.co/7ZNjBJdm36

Revista Cobertura's Twitter avatar
Revista Cobertura
@RevCobertura

Susep publica norma que simplifica o atendimento aos consumidores do setor de seguros - t.co/WnTIVVH442

To Top