Zurich aposta no poder do feedback e registra alta no engajamento e satisfação de seus funcionários

Apesar dos desafios trazidos pelo novo modelo de trabalho imposto pela pandemia, a empresa encontrou formas de manter o time de 1,5 mil empregados engajados em sua atuação no mercado e segue aumentando os índices de satisfação dos colaboradores

“Criar juntos um futuro melhor”. Este é o propósito da seguradora Zurich, que em seu 1º Relatório de Sustentabilidade, publicado em junho, anunciou que um de seus três pilares estratégicos globais está diretamente relacionado aos funcionários. Daí a companhia focar no desenvolvimento profissional de seus colaboradores, fazendo com que se sintam valorizados e apoiados no desenvolvimento de suas carreiras na empresa.

Apesar dos desafios impostos pela pandemia, que acelerou a digitalização dos modelos de trabalho, a seguradora soube adaptar-se à nova realidade e, entre outras medidas, viu no feedback um meio de aumentar o nível de engajamento de seus 1.500 funcionários no Brasil – e de manter altos os níveis de satisfação entre eles, conforme os índices GPTW, OHI, Edge e Stonewall (detalhes abaixo).

Carlos Toledo, Diretor Executivo de Recursos Humanos da Zurich no Brasil, celebra um feito da companhia no país, que a destaca entre as outras 130 unidades de negócio do Grupo Zurich mundo afora: entre todas elas, o escritório brasileiro foi o que mais deu feedbacks no 3º trimestre de 2021.

“Oficialmente, fazemos o feedback formais e registrados em nosso sistema quatro vezes ao ano, pois queremos fortalecer cada vez mais essa cultura entre os funcionários, tanto ao dar quanto ao receber. Fechamos o 3º trimestre com 86,7% dos líderes executando-o junto aos seus times, muito próximo dos que almejamos, que são 90%”, pontua o executivo. “Foram mais de 2,5 mil sessões individuais, número que já superou as que ocorreram durante todo o ano de 2020”.

Carlos conta que o crescimento da prática é positivo porque fomenta a cultura do feedback na companhia – porém, ressalta que a Zurich frisa que o que importa no processo não é só o número, mas a qualidade do procedimento, já que o objetivo é o crescimento e desenvolvimento tanto individual como coletivo.

“O feedback deve ser um presente, uma forma de dizer que você acredita no potencial do outro. Com ele, o funcionário consegue se desenvolver, expor sua opinião e tornar a contribuição dele mais palpável. O feedback permeia todas as etapas de desenvolvimento do colaborador na Zurich”, aponta o executivo.

Por isso, o RH da companhia colocou em prática diversas iniciativas para fomentar o feedback qualificado. Foram promovidos workshops, realizadas campanhas de comunicação por meio de ferramentas como e-mail, Teams, pop-ups na intranet, entre outros.

Carlos conta ainda que a Zurich utiliza mundialmente a ferramenta Success Factor, um módulo do SAP que permite que as pessoas deem e recebam feedbacks inclusive de outros países e, também, de forma lateral, ou seja, não só entre líderes e liderados – o chamado feedback 360°, que é o que a companhia estimula e objetiva em sua cultura.

Os cinco momentos dos funcionários no Grupo Zurich

Todo o time da Zurich no Brasil – em especial, os gestores – fazem uso do feedback como ferramenta de gestão. Ele é utilizado por todos os funcionários no que a seguradora denomina “os cinco momentos da jornada”. Eis os cinco momentos:

  1. Meu Primeiro Ano – Que contempla da atração ao ingresso do funcionário à empresa.
  2. Meu Crescimento – Durante o qual é dado todo o apoio para o seu desenvolvimento.
  3. Minha Contribuição – Na qual ele sabe quais as expectativas de suas atribuições, as recompensas e reconhecimentos que pode colher.
  4. Meu Bem-Estar – Ações que a empresa desenvolve para seu bem-estar físico e mental.
  5. Meu Ambiente de Trabalho – Que envolve as tecnologias e ferramentas para a execução das tarefas e, também, o espaço físico para tal.

Carlos Toledo

Embora sejam formalmente trimestrais, a área de RH da Zurich faz um acompanhamento semanal dos feedbacks dados pelos líderes. Por isso, é possível medir o engajamento, que vem sendo aprimorado desde que esse monitoramento começou, em janeiro de 2020.

“Desde então, temos percebido os líderes estão praticando o feedback cada vez menos por obrigação, pois, assim como os liderados, perceberam o seu valor. Na Zurich, costumamos dizer ‘você é o CEO da sua carreira’. Assim, quando o funcionário, de qualquer nível, recebe um feedback, ele consegue ter de forma clara onde está e para onde pode/quer ir”, pondera o Diretor Executivo de Recursos Humanos da Zurich no Brasil, Carlos Toledo.

Empresa destaca-se pelo nível de engajamento entre seus funcionários

Além de contribuir para o engajamento, o feedback e o cuidado com a jornada do colaborador também têm se mostrado importantes para o aumento dos níveis de satisfação dos empregados da companhia. Hoje, a Zurich no Brasil é considerada uma das melhores companhias para se trabalhar no país, conforme atestam algumas certificações nacionais e internacionais, a partir da avaliação de seus próprios funcionários.

O ENPS, sigla de Employee Net Promoter Score, que é um índice que mede o nível de engajamento entre eles e, portanto, determina o quanto recomendam a empresa para lugares e outras pessoas do seu círculo pessoal, foi 83 em 2021, mesma pontuação do ano de 2020. O índice vem evoluindo desde que a companhia passou a medi-lo, em 2018, quando somou 59, é e 23 pontos maior do que em 2019.

A Zurich também é reconhecida por promover a equidade, a diversidade e a inclusão em seu time, razão pela qual foi recertificada no ano passado pela britânica Stonewall. Também em 2020, foi certificada pela Edge num dos três níveis, o “Move”, que é destinado às companhias com políticas implementadas e com resultados sólidos, e listada no Guia Exame de Diversidade, por ser uma das mais inclusivas do país – e com pontuação acima da média do ranking geral. Outro reconhecimento internacional foi o Organizational Health Index, feito a cada 3 anos pela consultoria Mckinsey & Company, cuja edição mais recente também foi em 2020. A Zurich ficou com 83 face aos 66 da edição de 2017.

A empresa foi considerada a melhor seguradora do Brasil para a mulher trabalhar no país, de acordo com o 5º GPTW Mulher, que visa identificar e reconhecer as corporações que se destacam nas políticas e práticas em prol da equidade de gênero. De 641 companhias de grande e médio porte avaliadas, ela ficou na 14ª posição entre as grandes empresas de todos os setores que têm as melhores práticas de inclusão e ascensão feminina à liderança.

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