Conforme os noticiários têm relatado nos últimos dias, as fortes chuvas em Minas Gerais fizeram disparar o número de sinistros, com chamados de emergência de quem possui seguro auto ou seguro residencial. As prefeituras locais e a Defesa Civil do Estado confirmaram dezenas de mortes nas últimas semanas. O Corpo de Bombeiros segue as buscas por desaparecidos nos escombros em Juiz de Fora e Ubá.
Para enfrentar tragédias como essas enchentes em Minas Gerais, o seguro automóvel surge como uma solução essencial no mercado. Ele protege veículos contra prejuízos, incluindo danos por catástrofes naturais como enchentes. Embora muitos achem o seguro auto desnecessário em regiões sem histórico de enchentes, as condições climáticas são imprevisíveis. Em qualquer lugar do Brasil, mudanças climáticas e fenômenos naturais podem gerar catástrofes. Uma enchente pode acontecer a qualquer momento, tornando o seguro auto a principal ferramenta para minimizar prejuízos financeiros.

O seguro residencial também é crucial para atenuar crises causadas por chuvas intensas, mas nem sempre cobre alagamentos. Apesar do crescimento desse produto e das mais de 30 coberturas oferecidas pelas seguradoras – como incêndio, raio, explosão, vendaval e danos elétricos – a proteção contra inundações geralmente é contratada à parte e pode ser considerada cara.
Na tragédia das chuvas em Minas Gerais, seguradoras priorizam atendimentos via equipes especializadas em contato direto com corretores locais. Essa proximidade agiliza intervenções e indenizações rápidas, quando cabíveis. No seguro auto, a maioria das apólices básicas já inclui cobertura contra enchentes, diferentemente do seguro residencial. E os consumidores devem verificar as condições: algumas excluem danos por chuvas torrenciais ou falhas em esgoto, enquanto outras cobrem amplamente. Morando em área de risco ou não, leia as condições gerais antes de contratar seguro auto ou residencial. Considere coberturas adicionais para enchentes e alagamentos em Minas Gerais. Mantenha contato próximo com seu corretor de seguros e seguradora pelos canais oficiais, discutindo riscos locais e como as proteções previnem prejuízos em catástrofes.
As seguradoras, junto à CNSEG (Confederação Nacional das Seguradoras), lançam campanhas nacionais para conscientizar sobre esses produtos, ajudando na prevenção de prejuízos por chuvas. Já no seguro residencial, corretores pressionam por inclusão de cobertura de alagamento nas apólices básicas, facilitando acesso e reduzindo custos.
Marcos Alexandre Tadeu de Oliveira Lopes, sócio e gestor da área de Direito Securitário do escritório Rücker Curi Advocacia e Consultoria Jurídica
FONTE: Retorno Comunicação Estratégica
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